Em breve, cada peixe que você pesca vai contar uma história.

Você lembra da isca.
Não lembra do resto.

A maré estava enchendo ou vazando? Lua em que fase? Que horas o robalo bateu, e por que naquele dia ele bateu e no seguinte não?

Você viveu aquela pescaria inteira. Guardou uma foto e meia dúzia de detalhes. O resto evaporou no caminho de casa.

O FishNet guarda tudo. Automático, no instante da captura. E depois te mostra o que você não tinha como enxergar sozinho.

Grátis para pescador. Sempre foi o plano.

Pescador em um barco durante o amanhecer
01 Todo ponto no mapa
merece contexto e privacidade.

Você define a visibilidade
do seu ponto de pesca.

Todo pescador sabe o preço de um ponto bom. Anos de tentativa. Combustível queimado. Dias inteiros perdidos até acertar. E basta um print circulando em grupo de WhatsApp para virar praia lotada num sábado.

Por isso o FishNet nasceu com uma regra que não se negocia: você escolhe o que cada captura mostra. Ela pode ficar só para você, aparecer para amigos, entrar na comunidade ou virar post público.

Quando uma captura é pública, ela pode contar a história daquele peixe: foto, espécie, horário, condição e contexto. A coordenada exata do ponto só aparece no nível que você liberar.

O que a comunidade enxerga por padrão é o padrão agregado — a espécie está aparecendo naquela região, naquela época, com aquela isca. Nunca o seu ponto secreto sem a sua decisão.

Confiança primeiro. Sem ela, nenhum pescador registra nada de verdade.

Um diário que anota
o que você nunca teve tempo de anotar.

Você fotografa o peixe. O FishNet fotografa o dia inteiro junto.

  1. Registre em 20 segundos, na beira d'água

    Foto, espécie, isca. É só o que você digita. No mesmo toque, o FishNet grava o horário exato, a fase da lua, o estado da maré, temperatura, vento, pressão e a coordenada — tudo do instante em que aquele peixe saiu da água.

    Não é você preenchendo formulário. É o dia se registrando sozinho enquanto você desenrola a linha.

    Cada captura sua guarda esses dados para sempre, e eles são seus.

  2. A foto identifica o peixe

    Fotografou, o FishNet sugere a espécie e diz o quanto está confiante naquilo. Você confirma ou corrige — e é a sua correção que ensina o sistema.

    Porque peixe de foto de livro não se parece com peixe de mão de pescador: estressado mudando de cor, molhado no flash da madrugada, metade coberta pelo polegar. Quem ensina o FishNet a reconhecer peixe de verdade são os pescadores.

    E o nome regional vem junto. Corvina, papa-terra, cocoroca — do jeito que se fala na sua praia.

  3. A página da espécie cresce a cada captura

    Abra “robalo” e você encontra a ficha da espécie — e, abaixo dela, o que as capturas da comunidade vêm mostrando: iscas que apareceram, tamanhos registrados, em que fase da lua ele deu as caras.

    Nenhum editor escreve isso. Emerge das pescarias. E cada número vem acompanhado do tamanho da amostra, para você saber exatamente o peso do que está lendo.

    Quanto mais gente registra, mais a página sabe. Inclusive você.

  4. Um mapa feito de lugares onde já se pescou

    Todo lugar no FishNet existe porque alguém pescou ali e quis colocá-lo no mapa. Da represa com portaria e pedágio ao trecho de rio que só quem é da região conhece, do costão à ponte do canal — se tem pesca acontecendo, tem lugar ali.

    E não é um alfinete no satélite: cada um cresce com o que a comunidade acrescenta. Por onde se entra. O que costuma sair. Como estava no dia em que alguém foi.

  5. Constância vira reconhecimento

    O FishNet mede quem está na água, não quem tem o maior número acumulado. Seu mapa de calor acende conforme você pesca, a sequência cresce, sua posição no ranking da cidade, do estado, da modalidade e da espécie se move.

    Seu legado — total de capturas, espécies, recordes — fica gravado para sempre. Sua posição você conquista de novo a cada mês.

Cada captura é uma peça
de um mapa que ainda ninguém montou.

Um registro isolado é uma lembrança. Milhares deles, com maré, lua, clima, hora e local presos a cada um, são outra coisa: o retrato mais detalhado que já se tentou fazer das águas brasileiras.

Não é assim que se olha para essas águas hoje. Levantamento de instituto não chega na frequência de quem pesca todo fim de semana; fabricante conhece o produto, não o dia a dia da beira; aplicativo importado não sabe a diferença entre uma praia do litoral norte e um rio do Pantanal. Esse retrato só pode nascer de quem está lá.

É esse mapa que estamos construindo — captura por captura, junto com a primeira geração de pescadores do FishNet.

Nada disso existe ainda. Vai existir porque vocês vão pescar.

Do robalo ao pirarucu,
o Brasil cabe no mesmo diário.

Nomes de praia e de rio. Captura real, foto real, memória real — com a privacidade do seu ponto intacta.

Robalo
Robalo

Beira-mar, maré e o ponto que só você conhece.

Cocoroca
Cocoroca

Nome regional e confirmação comunitária sem perder contexto.

Papa-terra
Papa-terra

Histórico de praia, isca, técnica e a próxima saída.

Corvina
Corvina

Diário privado, mapa agregado e memória que continua sua.

Tucunaré
Tucunaré

Água doce, ataque e o rastro da sua temporada no rio.

Traíra
Traíra

Lagoa, margem e o padrão que só aparece depois de anotar.

Pacu
Pacu

Pesca de fundo, isca natural e histórico que se acumula.

Pirarucu
Pirarucu

Amazônia no diário — com coordenada só sua.

Toda plataforma tem
uma primeira geração.

Um dia o FishNet vai ter milhares de pescadores, milhões de capturas, um mapa vivo de ponta a ponta do Brasil.

Nada disso existe ainda. O que existe é o começo — e um lugar, agora, para quem quer estar nele.

  • Você entra primeiro O convite chega antes da abertura pública, direto no seu e-mail.
  • Fundador é para sempre Quem esteve no começo carrega o selo no perfil enquanto a plataforma existir. Depois não tem como conseguir.
  • Sua região na frente Abrimos onde há mais pescadores esperando. Cada um que entra puxa a sua cidade para cima.

Lista de espera

Garanta seu lugar

Só nome, e-mail e estado. Cidade e o resto ficam para o app.

Usamos o estado para priorizar a abertura por região.

Toda pescaria deixa rastro.
A maioria se perde no caminho de volta.

Cada saída sua é um dado que ninguém no mundo tem. Somados, os dados de milhares de pescadores viram algo que nenhum instituto, nenhuma marca e nenhum aplicativo estrangeiro conseguiria montar sobre as águas brasileiras.

Esse conhecimento nasce de vocês. E continua sendo de vocês.

Quero fazer parte
Quero fazer parte